Inovação para a Agricultura

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  • Inovação na Agricultura

Técnicas e tecnologia para valorização de subprodutos em olivicultura - TECOLIVE

Entidade líder do projeto: UNIVERSIDADE DE ÉVORA
Responsável pelo projeto: Universidade Évora
Área do plano de ação: Olivicultura
Parceiros:

ASSOCIACÃO DOS OLIVICULTORES DA REGIÃO DE ELVAS; HERCULANO- ALFAIAS AGRICOLAS S. A.; INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGAÇÃO AGRÁRIA E VETERINÁRIA IP; TORRE DAS FIGUEIRAS-SOCIEDADE AGRICOLA LDA


Prioridade do FEADER: P5C) facilitação do fornecimento e utilização de fontes de energia renováveis, de subprodutos, resíduos e desperdícios e de outras matérias-primas não alimentares para promover a bioeconomia;
Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:

Se a aposta na olivicultura tem de estar associada à promoção da qualidade do azeite e em particular o azeite proveniente de variedades nacionais, há que reconhecer que a presença destas variedades não é, por si só, garantia de produção de azeite de qualidade e em quantidade. Será também necessária a melhoria e adequação das técnicas de produção em especial daquelas que visam a sustentabilidade económica e ambiental do sector. A valorização dos subprodutos existentes na exploração insere-se neste contexto. A consciência que a agricultura, lato senso, vem tomando pela conservação do solo que a sustenta, tem tido repercussão em filosofias como “agricultura de conservação” e “modo de produção biológico (MPB)”. Necessariamente, a olivicultura tem vindo a absorver algumas destas práticas, sendo mais relevante, pela vulgarização que alcançou, a manutenção do coberto vegetal na entrelinha dos olivais. A aplicação de matéria orgânica ao olival é uma prática com pouca expressão, mesmo em olivais em MPB. A adoção de novas técnicas e novos procedimentos fazem-se ao longo de muitos ciclos e por aproximações sucessivas, uma vez que, nem sempre, no mesmo período de tempo, coabitam o conhecimento científico e a tecnologia para o aplicar em larga escala. Em relação à utilização de fertilizantes orgânicos no olival, aspeto de que comungam ambas as filosofias acima apontadas, surge o ensejo de reunir o conhecimento já adquirido pelo nosso tecido I&I e tecnologia (fabrico nacional), num projeto que suporte a difusão da utilização deste recurso na olivicultura nacional. Está em causa a aplicação de composto na linha através de equipamento específico para o efeito, o qual será testado no âmbito do presente GO. Simultaneamente, avaliar o efeito da aplicação do composto na fertilidade do solo, na nutrição do olival e no seu estado fitossanitário.


Objetivos visados:

Com o presente grupo operacional pretende-se definir uma técnica de produção em olival que permita a sustentabilidade económica do sector minimizando o impacte ambiental. Os objetivos específicos do trabalho experimental a desenvolver neste Grupo Operacional (GO), serão:

Objetivo 1 – Testar a viabilidade técnica e económica da produção de um corretivo orgânico maturado (composto) com base em subprodutos do olival e efluentes de atividade pecuária

Objetivo 2 – Avaliação de tecnologia de distribuição na linha, na sua capacidade de depositar uma camada uniforme de composto maturado com a densidade de distribuição requerida.

Objetivo 3 – Avaliação do impacto da aplicação do composto ao olival na fertilidade e estrutura do solo, no nível nutricional das oliveiras, no estado sanitário do olival e na produção de azeitona.

Análise detalhada dos efeitos da aplicação do composto sobre uma cultura anual, em ambiente condicionado.


Sumário do plano de ação:

Valorização de subprodutos do olival e de efluentes pecuários para melhorar a capacidade produtiva do olival, via aumento do teor de matéria orgânica do solo.


Pontos de situação / Resultados:

Em início de atividade.