Inovação para a Agricultura

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JObtoc: Jovens nos territórios rurais. Oportunidades e constrangimentos

Entidade líder do projeto: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Responsável pelo projeto: Cristina Cruz
Site do projeto: https://jobtoc.soilecos.pt/
Parceiros:

ANIMAR; Universidade de Coimbra; Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterináriaa

Breve descrição:

Em que consiste o projeto?  JOBtoc será instrumental para adequar a estratégia de desenvolvimento e as políticas às necessidades e potencialidades do desenvolvimento rural regionalizado.   

  • Ao analisar regiões continentais diversificadas e ao recriar modelos de atuação (conjugando com experiências nacionais e internacionais: Espanha, França e Itália, JOBToc contribui para a “Capitalização de experiências anteriores e para a promoção da utilização do conhecimento na resolução de problemas no meio rural” (Pl. Ação RRN)). 
  • Fornecerá informação fidedigna e fundamentada sobre o enquadramento dos jovens no mundo rural e as necessidades deste em relação às: alterações climáticas, bio-economia e economia circular, competitividade dos territórios e diversificação das suas atividades, inovação e identificação dos fatores críticos para a sua sustentabilidade.
Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:

Esta operacionalização e adequação do conhecimento vai de encontro aos principais desafios à fixação dos jovens nas zonas rurais, podendo levar à criação de “Territórios Rurais Inteligentes” através da incorporação eficiente da tecnologia e conhecimento disponíveis na atividade produtiva e empresarial.

Objetivos visados:

Objetivo 1: Analisar os impactos da implementação das políticas e apoios para instalação de Jovens Agricultores/as e Jovens Empresários/as Rurais, em regiões de baixa densidade e a sua funcionalidade com o estatuto de Agricultura Familiar, a fim de produzir recomendações que maximizem os seus efeitos positivos.

Objetivo 2: Analisar o papel das autarquias, associações e outros na disseminação de informação (métodos, conteúdos, públicos); contribuir para o debate sobre as causas e consequências da desertificação, apelando também à participação juvenil a partir do ensino secundário e, em simultâneo, apontar medidas e recomendações baseadas nos estudos de caso.

Objectivo 3: Disseminar informação sobre metodologias de reanimação das comunidades locais: cultura, serviços de entreajuda e de vigilância, serviços de substituição nas explorações agrícolas, possíveis compras e vendas comuns de bens e serviços, manutenção dos espaços comuns, voluntariado.

Objectivo 4: Contribuir para introdução de inovações: produtos, métodos, técnicas, mercados, consumidores. Circuitos curtos e economia circular adequada aos recursos. Contribuir para a promoção das regiões e captação de investimentos produtivos.

Sumário do plano de ação:

O público-alvo é constituído por agentes do desenvolvimento regional (jovens, agricultores/as, empresários/as rurais, industriais, comerciantes, técnicos/as, autoridades locais e regionais, núcleos empresariais e incubadoras, associações diversas), decisores políticos e comunidade científica relacionada com os temas da ruralidade, contribuindo para o fluxo de conhecimento nas áreas necessárias à formação dos territórios inteligentes.

Ênfase aos/às portadores/as dos Estatutos:   

  • Agricultura Familiar (AF): requerido por titular de exploração agrícola, pessoa singular ou coletiva de direito privado em que o capital social seja detido em mais de 50% por sócios familiares entre si e que participem na atividade da exploração de forma regular. 
  • Jovem Agricultor/a (JA): jovens que assumam pela primeira vez a titularidade e a gestão de uma exploração agrícola, com idade compreendida entre os 18 e os 40 anos; ou as pessoas coletivas que revistam a forma de sociedade por quotas e com atividade agrícola no objeto social, cujos sócios gerentes que detenham a maioria do capital sejam jovens agricultores/as, e cada um/a deles/delas detenha uma participação superior a 25% do capital social. 
  • Jovem Empresário/a Rural (JER): jovem que exerça ou pretenda iniciar o exercício de atividade económica numa zona rural (residência e sede da empresa em freguesia/concelho rurais), não obstante prevalece a valorização dos recursos naturais,  culturais e sociológicos.
Pontos de situação / Resultados:

 A proposta JOBToc tem a ambição de caracterizar o perfil de jovens agricultores/as e jovens empresários/as rurais ao longo de 14 municípios de Portugal continental e de avaliar como as expectativas dos jovens podem ser compatibilizadas com a implementação dos estatutos de AF, JA e JER ao nível do município, maximizando as sinergias e identificando disfunções entre a implementação local dos estatutos do AF, JA e JER.

A partir da análise destes estudos de caso e da sua conjugação com programas facilitadores para a sua implementação, proporcionados pela governança local, e das potencialidades naturais, sociais, económicas e culturais da região, JOBToc proporá uma matriz de suporte a vários modelos de negócio eventualmente mais adequados às realidades regionais. Desta forma, o projeto contribuirá para aprofundar o conhecimento da agricultura e dos territórios rurais, aumentar a interação entre os vários atores envolvidos no desenvolvimento rural (potenciada por 2 grupos focais temáticos: políticas e investimento e modelos de negócios/ expectativas) e informar a sociedade (os jovens em particular) sobre a política de desenvolvimento rural e as possibilidades de atividade profissional.

O projeto pretende ter como resultado a afinação da implementação das políticas locais para fixação de jovens com as potencialidades dos vários territórios, produzindo:

Mais informação em: https://www.animar-dl.pt/iniciativas/jobtocv/