- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Democratizar a Ag4.0 através de apoio técnico especializado na gestão integrada das culturas, otimizando o uso dos fatores de produção, protegendo os recursos naturais e minimizando o impacto ambiental, e contribuindo assim para a eficiência e intensificação sustentável da produção agrícola.
A Ag4.0, ao incorporar um conjunto de tecnologias e ferramentas como deteção remota, proximal (sensores) e comunicações (IoT), em associação com técnicas de inteligência artificial (IA) irá, tal como aconteceu com a Indústria 4.0, permitir avanços significativos na gestão da atividade agrícola e contribuir indubitavelmente para a sustentabilidade do setor nas suas principais componentes económica, ambiental e social.
- Objetivos visados:
Reforçar a digitalização, de forma abrangente, igualitária e inclusiva;
Promover a utilização de tecnologias como Internet of Things (IoT), big data e de inteligência artificial, entre outras;
Aumentar a rentabilidade, a resiliência e a sustentabilidade dos sistemas de produção através de uma maior utilização das tecnologias de precisão.
- Sumário do plano de ação:
O projeto DigiFarm2All centrou-se no desenvolvimento, demonstração e divulgação de soluções tecnológicas inovadoras para a agricultura, recorrendo a sensores proximais de baixo custo que permitem a monitorização em tempo real através de IoT, complementados por metodologias de Inteligência Artificial e Machine Learning. Em paralelo, foi disponibilizado apoio técnico aos agricultores, promovendo a sua capacitação no uso de tecnologias Ag 4.0 e reforçando a sua literacia digital.
No âmbito do projeto, foram implementados 17 pilotos distribuídos por todo o território nacional, adaptados a diferentes contextos agrícolas e focados nos setores frutícola, vitícola e olivícola. Estes pilotos permitiram demonstrar, na prática, os benefícios ambientais e económicos das soluções desenvolvidas face às práticas agrícolas convencionais, tendo igualmente servido como espaços de formação em contexto real para técnicos agrícolas, produtores e outros agentes do setor.
- Pontos de situação / Resultados:
Concluído.
Documentos:
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Democratizar a Ag4.0 através de apoio técnico especializado na gestão integrada das culturas, otimizando o uso dos fatores de produção, protegendo os recursos naturais e minimizando o impacto ambiental, e contribuindo assim para a eficiência e intensificação sustentável da produção agrícola.
A Ag4.0, ao incorporar um conjunto de tecnologias e ferramentas como deteção remota, proximal (sensores) e comunicações (IoT), em associação com técnicas de inteligência artificial (IA) irá, tal como aconteceu com a Indústria 4.0, permitir avanços significativos na gestão da atividade agrícola e contribuir indubitavelmente para a sustentabilidade do setor nas suas principais componentes económica, ambiental e social.
- Objetivos visados:
Reforçar a digitalização, de forma abrangente, igualitária e inclusiva;
Promover a utilização de tecnologias como Internet of Things (IoT), big data e de inteligência artificial, entre outras;
Aumentar a rentabilidade, a resiliência e a sustentabilidade dos sistemas de produção através de uma maior utilização das tecnologias de precisão.
- Sumário do plano de ação:
O projeto DigiFarm2All centrou-se no desenvolvimento, demonstração e divulgação de soluções tecnológicas inovadoras para a agricultura, recorrendo a sensores proximais de baixo custo que permitem a monitorização em tempo real através de IoT, complementados por metodologias de Inteligência Artificial e Machine Learning. Em paralelo, foi disponibilizado apoio técnico aos agricultores, promovendo a sua capacitação no uso de tecnologias Ag 4.0 e reforçando a sua literacia digital.
No âmbito do projeto, foram implementados 17 pilotos distribuídos por todo o território nacional, adaptados a diferentes contextos agrícolas e focados nos setores frutícola, vitícola e olivícola. Estes pilotos permitiram demonstrar, na prática, os benefícios ambientais e económicos das soluções desenvolvidas face às práticas agrícolas convencionais, tendo igualmente servido como espaços de formação em contexto real para técnicos agrícolas, produtores e outros agentes do setor.
- Pontos de situação / Resultados:
Concluído.
Documentos:
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Democratizar a Ag4.0 através de apoio técnico especializado na gestão integrada das culturas, otimizando o uso dos fatores de produção, protegendo os recursos naturais e minimizando o impacto ambiental, e contribuindo assim para a eficiência e intensificação sustentável da produção agrícola.
A Ag4.0, ao incorporar um conjunto de tecnologias e ferramentas como deteção remota, proximal (sensores) e comunicações (IoT), em associação com técnicas de inteligência artificial (IA) irá, tal como aconteceu com a Indústria 4.0, permitir avanços significativos na gestão da atividade agrícola e contribuir indubitavelmente para a sustentabilidade do setor nas suas principais componentes económica, ambiental e social.
- Objetivos visados:
Reforçar a digitalização, de forma abrangente, igualitária e inclusiva;
Promover a utilização de tecnologias como Internet of Things (IoT), big data e de inteligência artificial, entre outras;
Aumentar a rentabilidade, a resiliência e a sustentabilidade dos sistemas de produção através de uma maior utilização das tecnologias de precisão.
- Sumário do plano de ação:
O projeto DigiFarm2All centrou-se no desenvolvimento, demonstração e divulgação de soluções tecnológicas inovadoras para a agricultura, recorrendo a sensores proximais de baixo custo que permitem a monitorização em tempo real através de IoT, complementados por metodologias de Inteligência Artificial e Machine Learning. Em paralelo, foi disponibilizado apoio técnico aos agricultores, promovendo a sua capacitação no uso de tecnologias Ag 4.0 e reforçando a sua literacia digital.
No âmbito do projeto, foram implementados 17 pilotos distribuídos por todo o território nacional, adaptados a diferentes contextos agrícolas e focados nos setores frutícola, vitícola e olivícola. Estes pilotos permitiram demonstrar, na prática, os benefícios ambientais e económicos das soluções desenvolvidas face às práticas agrícolas convencionais, tendo igualmente servido como espaços de formação em contexto real para técnicos agrícolas, produtores e outros agentes do setor.
- Pontos de situação / Resultados:
Concluído.
Documentos:
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Democratizar a Ag4.0 através de apoio técnico especializado na gestão integrada das culturas, otimizando o uso dos fatores de produção, protegendo os recursos naturais e minimizando o impacto ambiental, e contribuindo assim para a eficiência e intensificação sustentável da produção agrícola.
A Ag4.0, ao incorporar um conjunto de tecnologias e ferramentas como deteção remota, proximal (sensores) e comunicações (IoT), em associação com técnicas de inteligência artificial (IA) irá, tal como aconteceu com a Indústria 4.0, permitir avanços significativos na gestão da atividade agrícola e contribuir indubitavelmente para a sustentabilidade do setor nas suas principais componentes económica, ambiental e social.
- Objetivos visados:
Reforçar a digitalização, de forma abrangente, igualitária e inclusiva;
Promover a utilização de tecnologias como Internet of Things (IoT), big data e de inteligência artificial, entre outras;
Aumentar a rentabilidade, a resiliência e a sustentabilidade dos sistemas de produção através de uma maior utilização das tecnologias de precisão.
- Sumário do plano de ação:
O projeto DigiFarm2All centrou-se no desenvolvimento, demonstração e divulgação de soluções tecnológicas inovadoras para a agricultura, recorrendo a sensores proximais de baixo custo que permitem a monitorização em tempo real através de IoT, complementados por metodologias de Inteligência Artificial e Machine Learning. Em paralelo, foi disponibilizado apoio técnico aos agricultores, promovendo a sua capacitação no uso de tecnologias Ag 4.0 e reforçando a sua literacia digital.
No âmbito do projeto, foram implementados 17 pilotos distribuídos por todo o território nacional, adaptados a diferentes contextos agrícolas e focados nos setores frutícola, vitícola e olivícola. Estes pilotos permitiram demonstrar, na prática, os benefícios ambientais e económicos das soluções desenvolvidas face às práticas agrícolas convencionais, tendo igualmente servido como espaços de formação em contexto real para técnicos agrícolas, produtores e outros agentes do setor.
- Pontos de situação / Resultados:
Concluído.
Documentos:
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
O uso de fertilizantes e a gestão dos solos agrícolas em PT foram responsáveis pela emissão de 2.77MtCO2eq. (APA, 2021). A este valor acresce uma emissão de 0.91Mt resultante da gestão de estrumes e efluentes pecuários.
Estes valores podem ser substancialmente reduzidos através de práticas alternativas que reduzem emissões de gases de efeito de estufa (CO2, CH4 e N2O) associadas aos fertilizantes sintéticos, estrumes e corretivos de solo e/ou que promovem o sequestro de carbono no solo. A Política Agrícola Comum (PAC) tem vindo a apoiar os agricultores na adoção de algumas dessas práticas alternativas, nomeadamente através das Medidas Agroambientais do PDR 2020. Apesar deste esforço financeiro do País e dos agricultores, não é atualmente possível quantificar os impactos dessas práticas em termos de redução de emissões de GEE e/ou de aumento de sequestro de carbono no solo. Sem esse conhecimento não é possível avaliar o esforço feito, nem refinar os compromissos das agroambientais ou avaliar quais as medidas mais custo-eficazes na redução de emissões ou aumento de sequestro.
A Comissão Europeia, numa avaliação recente (SWD(2021) 115 final), reconhece estas dificuldades à escala Europeia, ao referir “a dificuldade de estabelecer até que ponto as medidas da CAP apoiam as ações de mitigação, devido à falta de uma situação contrafactual, o nível de detalhe em alguns dados da adesão da medida, a ampla gama de potenciais emissões biogénicas, e as dificuldades de agregação das emissões de GEE relatadas no nível do projeto”.
- Objetivos visados:
O uso de fertilizantes e a gestão dos solos agrícolas em PT foram responsáveis pela emissão de 2.77MtCO2eq. (APA, 2021). A este valor acresce uma emissão de 0.91Mt resultante da gestão de estrumes e efluentes pecuários. Estes valores podem ser substancialmente reduzidos através de práticas alternativas que reduzem emissões de gases de efeito de estufa (CO2, CH4 e N2O) associadas aos fertilizantes sintéticos, estrumes e corretivos de solo e/ou que promovem o sequestro de carbono no solo. A Política Agrícola Comum (PAC) tem vindo a apoiar os agricultores na adoção de algumas dessas práticas alternativas, nomeadamente através das Medidas Agroambientais do PDR 2020. Apesar deste esforço financeiro do País e dos agricultores, não é atualmente possível quantificar os impactos dessas práticas em termos de redução de emissões de GEE e/ou de aumento de sequestro de carbono no solo.
Sem esse conhecimento não é possível avaliar o esforço feito, nem refinar os compromissos das agroambientais ou avaliar quais as medidas mais custo-eficazes na redução de emissões ou aumento de sequestro. A Comissão Europeia, numa avaliação recente (SWD(2021) 115 final), reconhece estas dificuldades à escala Europeia, ao referir “a dificuldade de estabelecer até que ponto as medidas da CAP apoiam as ações de mitigação, devido à falta de uma situação contrafactual, o nível de detalhe em alguns dados da adesão da medida, a ampla gama de potenciais emissões biogénicas, e as dificuldades de agregação das emissões de GEE relatadas no nível do projeto”.
Este projeto pretende colmatar esta falha de conhecimento, combinando duas abordagens complementares: (1) criação de uma rede de explorações agrícolas onde as práticas convencionais possam ser comparadas com as suas alternativas e onde sejam acompanhados os teores e as dinâmicas de MO do solo ao longo dos anos e onde ocorram medições de emissões de N2O, CH4 e CO2. (2) comparando pares de agricultores ou parcelas em condições semelhantes, com aplicação da medida agroambiental e sem aplicação (contrafactual), com vista a estimar o impacto real das medidas agroambientais. O projeto irá focar-se nas medidas agroambienais do PDR 2020 com maior expressão em área sob compromisso e identificadas como sendo mais significativas para a mitigação às alterações climáticas: 7.1 Agricultura Biológica; 7.2 Produção Integrada; 7.4 Conservação do Solo; e 7.7.2 Pastoreio Extensivo – Montados.
- Sumário do plano de ação:
A Comissão Europeia, numa avaliação recente (SWD(2021) 115 final), reconhece estas dificuldades à escala Europeia, ao referir “a dificuldade de estabelecer até que ponto as medidas da CAP apoiam as ações de mitigação, devido à falta de uma situação contrafactual, o nível de detalhe em alguns dados da adesão da medida, a ampla gama de potenciais emissões biogénicas, e as dificuldades de agregação das emissões de GEE relatadas no nível do projeto”.
Este projeto pretende colmatar esta falha de conhecimento, combinando duas abordagens complementares: (1) criação de uma rede de explorações agrícolas onde as práticas convencionais possam ser comparadas com as suas alternativas e onde sejam acompanhados os teores e as dinâmicas de MO do solo ao longo dos anos e onde ocorram medições de emissões de N2O, CH4 e CO2. (2) comparando pares de agricultores ou parcelas em condições semelhantes, com aplicação da medida agroambiental e sem aplicação (contrafactual), com vista a estimar o impacto real das medidas agroambientais.
O projeto irá focar-se nas medidas agroambienais do PDR 2020 com maior expressão em área sob compromisso e identificadas como sendo mais significativas para a mitigação às alterações climáticas: 7.1 Agricultura Biológica; 7.2 Produção Integrada; 7.4 Conservação do Solo; e 7.7.2 Pastoreio Extensivo – Montados.
- Pontos de situação / Resultados:
O Projeto AgroClima desenvolveu um conjunto integrado de atividades técnicas e científicas destinadas a melhorar o conhecimento sobre o contributo da agricultura portuguesa para as emissões e remoções de gases com efeito de estufa (GEE), com especial enfoque no carbono do solo e no óxido nitroso (N₂O). A combinação de monitorização direta em explorações agrícolas, avaliação empírica de medidas agroambientais e revisão metodológica das estimativas nacionais permitiu produzir resultados consistentes, complementares e diretamente relevantes para o setor agrícola e para o suporte às políticas públicas de mitigação das alterações climáticas.
Em termos de escala e intensidade de trabalho, o projeto envolveu:
- - a monitorização direta de emissões de GEE em cinco explorações agrícolas, com a instalação de 95 câmaras estáticas, a realização de 186 dias de amostragem e a produção de cerca de 28 600 leituras cromatográficas validadas de CO₂, N₂O e CH₄;
- - a recolha e análise laboratorial de 1 235 amostras de solo à escala nacional, permitindo a determinação de stocks de carbono orgânico em diferentes contextos edafoclimáticos e sistemas de gestão;
- - a compilação, harmonização e análise de dados nacionais de atividade agrícola, fertilização, produtividade, clima e uso do solo, cobrindo o período 2015–2023, para a revisão das estimativas nacionais de emissões de N₂O de solos geridos.
Os resultados obtidos evidenciam que as emissões de GEE em solos agrícolas apresentam elevada variabilidade espacial e temporal, sendo fortemente condicionadas pelo tipo de solo, clima, cultura, regime hídrico e práticas de gestão, em particular pela quantidade e forma de aplicação de azoto. A monitorização em explorações agrícolas confirmou o papel dominante do N₂O enquanto gás de maior relevância climática nos sistemas agrícolas monitorizados, a reduzida importância do CH₄ enquanto fonte líquida de emissões e a forte ligação entre eventos de fertilização, condições de humidade e picos de emissão de N₂O.
No que respeita às medidas agroambientais, os resultados indicam que estas apresentam potencial para promover o sequestro de carbono no solo, embora com efeitos geralmente modestos, dependentes do contexto edafoclimático e de difícil deteção no curto prazo. A análise empírica revelou elevados níveis de variabilidade e stocks de carbono relativamente baixos na maioria dos solos agrícolas portugueses, refletindo limitações estruturais associadas ao clima mediterrânico seco. A modelação estatística permitiu, contudo, identificar efeitos médios positivos e heterogeneidade espacial no desempenho das diferentes medidas, sublinhando a importância de abordagens territorialmente diferenciadas.
À escala nacional, a revisão metodológica das emissões de N₂O de solos geridos demonstrou que a adoção do Refinamento das Diretrizes do IPCC de 2019, aliada a uma utilização mais consistente dos dados nacionais disponíveis, conduz a estimativas mais robustas, transparentes e representativas da realidade agrícola portuguesa. A aplicação da metodologia revista resultou numa redução significativa das emissões estimadas face à abordagem anterior, com diferenças relevantes por fonte de azoto, cultura e região, reforçando a credibilidade do Inventário Nacional de Gases com Efeito de Estufa.
Em conjunto, os resultados globais do projeto demonstram a importância de integrar dados empíricos de campo, abordagens analíticas avançadas e revisões metodológicas consistentes para apoiar a avaliação do contributo da agricultura para a mitigação das alterações climáticas.
O Projeto AgroClima produziu uma base técnica e científica sólida que suporta decisões informadas em matéria de políticas agroambientais, gestão do azoto, sequestro de carbono no solo e reporte nacional de emissões de GEE.
Documentos:
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