- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
A DM contribui para a promoção da saúde e qualidade de vidas das populações mas pode e deve constituir também uma oportunidade para a exploração das características endógenas dos territórios, que surgem como determinantes para o desenvolvimento das regiões e fixação das populações. A Dieta Mediterrânica apesar de ser uma herança milenar das comunidades do Mediterrâneo, dada a sua flexibilidade, tem-se adaptado à diversidade territorial, à evolução da economia e dos modos de vida das respetivas populações. Será pois necessário desenvolver um trabalho de estudo com vista ao aprofundamento do conhecimento sobre a DM em cada um das regiões, partindo do conceito matriz DM, identificar as suas particularidades regionais, para que com este conhecimento se possa divulgar e promover a DM em cada uma das Regiões, partindo das suas características específicas.
- Objetivos visados:
Objetivo 1: contribuir para aprofundar o conceito de Dieta Mediterrânica (DM), na sua diversidade e nas suas especificidades regionais; identificar as características e produtos base diferenciadores da DM em cada uma das regiões de Portugal Continental;
Objetivo 2: divulgar a “Rota da Dieta Mediterrânica-RDM” regionalmente, como uma estratégia para a valorização dos produtos, das tradições, da cultura e do património das regiões; promover o alargamento da Rota da Dieta Mediterrânica iniciada na Região do Algarve à Região do Alentejo.
Objetivo 3: divulgar e promover a Dieta Mediterrânica nas cinco regiões de Portugal Continental, enquanto estilo de vida e padrão alimentar saudável e dinamizador do desenvolvimento dos territórios rurais.
- Sumário do plano de ação:
O Plano de Ação procura aprofundar e ampliar ao nível nacional o trabalho já iniciado na região do Algarve, de reflexão sobre o conceito de Dieta Mediterrânica e suas características fundamentais, de sensibilização à salvaguarda e promoção da DM e de valorização dos recursos mediterrânicos existentes nas diversas regiões.
Ação 1: Adequação do conceito de DM às especificidades de cada Região Realização de 4 Focus Grupo (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo) e elaboração e elaboração de um documento por cada uma das 4 Regiões que constitua um referencial orientador sobre a DM para cada uma das Regiões.
Ação 2: Sensibilização à Rota da Dieta Mediterrânica e seu alargamento à Região do Alentejo Realização de 8 ações de divulgação da Rota da Dieta Mediterrânica junto de diferentes organizações e entidades (Núcleos empresariais, CIM, Municípios, GAL, Turismo, CCDR, e outros); Criação uma base de dados e respetivo mapeamento das empresas e entidades com características para aderir à Rota da Dieta Mediterrânica nas sub-regiões do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral; Definição de metodologia de identificação e mapeamento dos agentes económicos, entidades e recursos das sub-regiões do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral a serem integrados na RDM.
Ação 3: Divulgação e Promoção da Dieta Mediterrânica Realização de 20 sessões/encontros/ conferências de sensibilização nas regiões de divulgação e debate sobre a Dieta Mediterrânica; Edição de folhetos e vídeos para promover e divulgar a Dieta Mediterrânica e suas características específicas em cada região;
Ação 4: Divulgação dos Resultados do projeto Realização de um seminário de divulgação dos resultados do projeto e divulgação regular de conteúdos sobre o projeto para divulgar nos sites e redes socias da Rede Rural Nacional, no site de cada DRAP, no site da RDM, no site da DM. Ação 5: Gestão e acompanhamento do projeto
- Pontos de situação / Resultados:
- Organização de 4 Focus Group Regionais (Norte, Centro, Lisboa e vale do Tejo e Alentejo), que reuniram diversas entidades ligadas à investigação e ensino superior, agricultura, cultura, educação, autarquias, desenvolvimento local para identificar as características e produtos base diferenciadores da DM em cada uma das regiões de Portugal Continental - realizados a 18 e 25 de novembro de 2020);
- Sensibilização à Rota da Dieta Mediterrânica: realização de 1 sessão na região de Lisboa e Vale do Tejo, em formato misto, no dia 11 de junho de 2021 e de 4 workshops na Região do Alentejo, via online, nos dias 16, 21 e 22 de fevereiro de 2022. Nas sessões foram apresentados os seguintes documentos: O que é a DM; Oportunidades da DM; e Cooperação na RDM.
- Alargamento da Rota da Dieta Mediterrânica à região do Alentejo (sub-regiões do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral) e elaboração do “Guia de Implementação da Rota da Dieta Mediterrânica no Alentejo” que integra Anexo 1 – Baixo Alentejo e o Anexo 2 – Alentejo Litoral;
- Sessões de divulgação da Dieta Mediterrânica – realizadas 3 sessões, em formato online, na Região Centro; 3 sessões, em formato misto, na Região de Lisboa e Vale do Tejo e 2 Seminários e 4 sessões, em formato presencial na Região do Alentejo;
- Edição de 4 folhetos para promover e divulgar a Dieta Mediterrânica e as suas características específicas em cada uma das Regiões:
- Edição de três publicações sobre a coleção de fruteiras predominantemente mediterrânicas e de referência para região do Algarve.
- Edição de 5 Vídeos sobre a DM em cada Região
- Edição de material publicitário sobre a DM
- Realização de Webinar “Desafios da salvaguarda e Valorização da Dieta Mediterrânica nos Territórios”, para divulgação dos resultados do projeto, em formato misto, no dia 31 de maio de 2022
- Artigos de divulgação do projeto e da Dieta Mediterrânica nos sites e redes sociais dos parceiros do Projeto ;
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Existem jovens agricultores a instalarem-se nas zonas rurais, alguns com poucos conhecimentos das questões técnicas e no âmbito da gestão agrícola, pelo que se torna fundamental capacita-los, para que a sua actividade possa ter continuidade e sucesso.
- Objetivos visados:
O objetivo principal da presente operação é a capacitação dos jovens empresários permitindo que estes possam aumentar o seu conhecimento nas áreas técnicas agrícolas nas áreas do agronegócio de forma poderem ter sucesso nos seus projetos agrícolas.
- Sumário do plano de ação:
As acções a desenvolver são: a criação de conteúdos formativos, assim como a realização de ações de capacitação em áreas especificas técnicas (rega e certificação da produção) e do agronegócio; workshops regionais, com o objetivo de promover a discussão, reflexão sobre determinado temas e simultaneamente fazer o levamento de informação relevante, que possa depois dar origem a brochuras, adaptados à realidade de cada região (quer em termos de culturas, tipologias de projetos e tipologia de jovem agricultor).
- Pontos de situação / Resultados:
Disponível no site o programa provisório das acções de capacitação, para cada região.
- Webinar "Certificação Resíduo Zero", 23 de julho de 2021. Programa
- Lançamento do projeto ProJovemRural, realizado no dia 28 de julho de 2020 (vídeo do webinar)
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Promover a produção agrícola sustentável através da identificação e quantificação dos Serviços dos Ecossistemas em 5 sistemas produtivos diferentes: Intensivo agropecuário com encabeçamento alto; Intensivo agrícola; Extensivo minimalista com encabeçamento baixo; Extensivo com policultura; e Agropecuário com recurso a práticas de agricultura de conservação. Com base neste estudo, avaliar os benefícios de implementação das boas práticas identificadas, quantificar os custos associados, identificar medidas de políticas públicas que potenciem a implementação das boas práticas e, por último, contribuir para transferir conhecimentos aos agentes do setor.
- Objetivos visados:
- Identificar os Serviços dos Ecossistemas;
- Identificar Boas Práticas Agrícolas;
- Avaliar Custos e Benefícios de Implementação das Boas Práticas Agrícolas;
- Identificar Medidas de Políticas públicas para promoção das Boas Práticas Agrícolas;
- Divulgar Boas Práticas Agrícolas.
- Sumário do plano de ação:
- UNIFORMIZAÇÃO DE CONCEITOS: Benchmarking, reuniões técnicas e dinamização de focus group >> Conceitos consolidados.
- DEFINIÇÃO DE BOAS PRÁTICAS: Benchmarking, reuniões técnicas e visitas técnicas >> Matriz de boas práticas possíveis para diferentes tipologias de explorações.
- AVALIAÇÃO CUSTO/ BENEFÍCIO DAS BOAS PRÁTICAS: Análise económica e financeira, avaliação de impactos ambientais e sociais; reuniões técnicas >> Custo/benefício das boas práticas agrícolas identificadas.
- COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES TIPOLOGIAS DE EXPLORAÇÕES: Análise económica e financeira, avaliação de impactos ambientais e sociais; reuniões técnicas >> Análise comparativa quantificada entre diferentes modelos de exploração.
- MEDIDAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS: Benchmarking, e dinamização de focus group >> Identificação de medidas de políticas públicas.
- DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÃO: Reuniões de trabalho e técnicas de comunicação >> Microsite do projeto e Folhetos técnicos.
- TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO: Colóquio final e dias de campo >> Colóquio final e 2 dias de campo.
- Pontos de situação / Resultados:
1. UNIFORMIZAÇÃO DE CONCEITOS: FASE CONCLUÍDA com o levantamento de exemplos de serviços dos ecossistemas de 5 explorações-tipo; organização de Focus Group para discussão entre agentes do setor (realizado a 14/02/2020); e identificação do modelo de cálculo do sequestro de carbono – modelo Invest e calculadora de Áreas de Foco Ecológico.
2. DEFINIÇÃO DE BOAS PRÁTICAS: identificação de boas práticas nas 5 explorações-tipo (FASE CONCLUÍDA, com identificação de 568 Áreas de Foco Ecológico); cruzamento de dados entre as 5 explorações-tipo (FASE A 75%, com cenarização dos impactos concluída, faltando apenas a incorporação dos resultados do modelo Invest para cruzamento de todos os dados); discussão entre agentes do setor (FASE AINDA NÃO REALIZADA).
3. AVALIAÇÃO CUSTO/ BENEFÍCIO DAS BOAS PRÁTICAS: quantificação dos custos de investimento e despesas de manutenção (FASE A 20%); quantificação dos benefícios económicos (FASE A 15%); identificação dos benefícios ambientais e sociais (FASE A 30%). No seu todo, já se definiram as unidades de reporte a utilizar e que serão utilizadas na quantificação dos benefícios económicos. O principal output será o modelo Quessa que é gerado na calculadora dos serviços dos ecossistemas.
4. COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES TIPOLOGIAS DE EXPLORAÇÕES: tipificar modelos de exploração (FASE A 80%); avaliar os serviços dos ecossistemas produzidos em cada modelo de exploração (FASE A 90%); fazer análise comparativa (FASE A 70%, encontrando-se desde já agendada reunião de parceiros e responsáveis das explorações para análise dos resultados – 20/07/2020)).
5. MEDIDAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS: Estas atividades só se podem iniciar com a conclusão das atividades previstas no ponto 3.
6. DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÃO: o Microsite do projeto está pronto e será disponibilizado na semana de 20/07/2020, após apresentação aos parceiros.
7. TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO: o colóquio final e os 2 dias de campo ainda não foram agendados. Estão previstos para o último trimestre do ano.
8. GESTÃO E COORDENAÇÃO DO PROJETO: têm-se realizado dois tipos de reuniões.
1) reuniões de parceiros, mais alargadas, onde são debatidos conceitos e, futuramente, os resultados do projeto – ou seja as questões de fundo;
2) reuniões de acompanhamento do projeto, com a presença de um grupo mais restrito de representantes do consórcio, para coordenação e organização das atividades. A monitorização das atividades é efetuada por todos os parceiros através de uma plataforma de gestão do projeto (sharepoint).
Ficha de apresentação do projeto
Grupo Focal de 14/02/2020 - Sumário executivo
Grupo Focal de 29/01/2021 - Comunicado de Imprensa
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Desafios:
- A maioria da população do Tâmega e Sousa ainda não demonstra muito interesse em produtos com certificação MPB.
- A maioria dos consumidores locais não conhece e valoriza os produtos típicos e identitários da região (e.g. carne arouquesa e maronesa, cebola garrafal, melão “Casca de Carvalho”, Capão de Freamunde IGP, citrinos da Pala);
- Faltam no território estruturas que concentrem a oferta de pequenos produtores locais, com capacidade de abastecer instituições públicas (escolas, hospitais, forças de segurança, etc.) ou entidades de maior dimensão (IPSS);
- Grande parte da população não tem conhecimento concreto acerca do que implica a implementação e desenvolvimento de uma sociedade sustentável;
- Existem graves problemas atualmente que ameaçam a paisagem ripícola e a sua biodiversidade, quer no que diz respeito à fauna quer à flora;
- Grande parte dos agricultores do território não se encontram sensibilizados ou interessados em optar pela produção em MPB;
- O custo dos produtos é o critério principal no processo de aquisição de alimentos para as refeições escolares.Oportunidade:
A criação da “Bio-Região do Tâmega e Sousa” tem muito potencial para agregar o território na concretização de um modelo de desenvolvimento mais sustentável e saudável. - Objetivos visados:
- Promover a adesão do Tâmega e Sousa à Rede Internacional das Bio-regiões;
- Estimular o consumo de produtos biológicos na comunidade do Tâmega e Sousa;
- Transferir boas práticas e novos conhecimentos que contribuam para a qualificação e desenvolvimento dos territórios rurais;
- Fomentar a adesão de produtores convencionais ao Modo de Produção Biológico;
- Preservar e valorizar a biodiversidade e os recursos culturais, naturais e paisagísticos;
- Fomentar o trabalho em parceria entre as entidades do domínio do desenvolvimento rural do Tâmega e Sousa.
- Sumário do plano de ação:
Este projeto estrutura-se através de um plano de ação, que engloba 4 atividades:
(1) Despertar e mobilizar a comunidade para a "Bio-Região do Tâmega e Sousa;
(2) Estimular a agricultura sustentável, saudável e diversificada;
(3) Fomentar o conceito "produzir e consumir no Tâmega e Sousa";
(4) Gestão, acompanhamento e comunicação da Operação.
- Pontos de situação / Resultados:
- Referencial Estratégico da “Bio-Região do Tâmega e Sousa”, incluindo regulamento e contrato de parceria;
- Organização de 4 focus group com agentes relacionados com o desenvolvimento do território (Economia Social, Poder Local, Sociedade Civil, Operadores Económicos);
- Campanha de marketing digital (redes sociais) para sensibilização da comunidade "produzir e consumir no Tâmega e Sousa";
- Vídeo promocional;
- Organização de 11 sessões públicas para comunicar o referencial estratégico da “Bio-Região do Tâmega e Sousa” e a criação do cabaz biológico;
- Realização de 4 visitas de estudo a locais de referência na produção em MPB;
- Elaboração do regulamento e do contrato de adesão dos produtores ao cabaz biológico.
Publicação "Referencial Estratégico da “Bio-Região do Tâmega e Sousa” - novembro de 2022 - Descarregue aqui.
- Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:
Promover o desenvolvimento socioeconómico em torno de uma atividade com forte vocação nos territórios rurais e que gera externalidades positivas como a perpetuação do mosaico paisagístico, a prevenção de incêndios florestais, a diminuição dos riscos de erosão e desertificação do território e manutenção das raças autóctones.
- Objetivos visados:
- Reforçar a notoriedade e atratividade da atividade de pastorícia em meio rural;
- Gerar emprego e riqueza nos territórios rurais para combater o despovoamento e o desemprego jovem;
- Fomentar a inovação nos territórios rurais através da transferência de boas práticas e novos conhecimentos;
- Preservar e valorizar o património natural, cultural e paisagístico dos territórios rurais;
- Promover parcerias estratégicas entre agentes do desenvolvimento rural, designadamente entre Membros da Rede Rural Nacional.
- Sumário do plano de ação:
- Desenvolvimento do “Manual do Pastor 4.0”, com conteúdos formativos escritos e conteúdos em formato de vídeos explicativos. Será editado em formato digital e estará disponível para consulta e download gratuito nos canais de comunicação das entidades parcerias e da Rede Rural Nacional. Além disso, serão impressos 600 exemplares do Manual;
- Realização de duas visitas de estudo da equipa técnica para a identificação de boas práticas da atividade pastorícia em meio rural, designadamente à Galiza e Astúrias;
- Organização de 4 focus group, constituídos por especialistas e profissionais, de modo a criar um espaço de discussão e reflexão que ajude na definição dos conteúdos formativos do Manual;
- Campanha de marketing digital (redes sociais), incluindo vídeo promocional, para disseminar o “Manual do Pastor 4.0” junto do público-alvo;
- Organização de 11 sessões públicas (uma por município do Tâmega e Sousa) para divulgar o “Manual do Pastor 4.0” junto do público-alvo;
- Realização de 6 reuniões de coordenação da parceria.
- Pontos de situação / Resultados:
Publicações
Manual do Pastor do douro,Tâmega e SousaAtividade 1. Produção do Manual do Pastor 4.0
1.1 Desenvolvimento do Manual do Pastor 4.0
- Elaboração de inquérito a realizar aos pastores – concluída;
- Realização de inquéritos aos pastores – concluída.
Atividade 2. Gestão e Monitorização da Operação
2.1 Outras tarefas
- Reunião interna da parceria
- Apresentação do Projeto – concluída.
Mais artigos …
- Salvaguarda da Dieta Mediterrânica para a promoção de um estilo de vida saudável e modelo de sociedade sustentável
- Divulgar Bio
- Centro de Competências das Plantas Aromáticas, Medicinais e Condimentares - CCPAM
- #TreeNuts - Partilha de conhecimento e estratégias para potenciar a fileira dos frutos secos
Pág. 8 de 9














