Inovação para a Agricultura

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Projetos Rede Rural Nacional

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BPA.Eco

Entidade líder do projeto: ANPOC
Responsável pelo projeto: Carla Neno
Site do projeto: https://www.bpaeco.com/
Parceiros:

COTR, FENAREG e IPBeja

Breve descrição:

Identificar, quantificar e divulgar boas práticas que promovam os serviços dos ecossistemas nos sistemas extensivos de sequeiro e/ou de regadio deficitário ou complementar, nomeadamente em explorações agrosilvopastoris.

Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:

Promover a produção agrícola sustentável através da identificação e quantificação dos Serviços dos Ecossistemas em 5 sistemas produtivos diferentes: Intensivo agropecuário com encabeçamento alto; Intensivo agrícola; Extensivo minimalista com encabeçamento baixo; Extensivo com policultura; e Agropecuário com recurso a práticas de agricultura de conservação. Com base neste estudo, avaliar os benefícios de implementação das boas práticas identificadas, quantificar os custos associados, identificar medidas de políticas públicas que potenciem a implementação das boas práticas e, por último, contribuir para transferir conhecimentos aos agentes do setor.

Objetivos visados:
  • Identificar os Serviços dos Ecossistemas;
  • Identificar Boas Práticas Agrícolas;
  • Avaliar Custos e Benefícios de Implementação das Boas Práticas Agrícolas; 
  • Identificar Medidas de Políticas públicas para promoção das Boas Práticas Agrícolas;
  • Divulgar Boas Práticas Agrícolas.
Sumário do plano de ação:
  1. UNIFORMIZAÇÃO DE CONCEITOS: Benchmarking, reuniões técnicas e dinamização de focus group >> Conceitos consolidados. 
  2. DEFINIÇÃO DE BOAS PRÁTICAS: Benchmarking, reuniões técnicas e visitas técnicas >> Matriz de boas práticas possíveis para diferentes tipologias de explorações. 
  3. AVALIAÇÃO CUSTO/ BENEFÍCIO DAS BOAS PRÁTICAS: Análise económica e financeira, avaliação de impactos ambientais e sociais; reuniões técnicas >> Custo/benefício das boas práticas agrícolas identificadas. 
  4. COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES TIPOLOGIAS DE EXPLORAÇÕES: Análise económica e financeira, avaliação de impactos ambientais e sociais; reuniões técnicas >> Análise comparativa quantificada entre diferentes modelos de exploração. 
  5. MEDIDAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS: Benchmarking, e dinamização de focus group >> Identificação de medidas de políticas públicas. 
  6. DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÃO: Reuniões de trabalho e técnicas de comunicação >> Microsite do projeto e Folhetos técnicos.
  7. TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO: Colóquio final e dias de campo >> Colóquio final e 2 dias de campo.
Pontos de situação / Resultados:

1. UNIFORMIZAÇÃO DE CONCEITOS: FASE CONCLUÍDA com o levantamento de exemplos de serviços dos ecossistemas de 5 explorações-tipo; organização de Focus Group para discussão entre agentes do setor (realizado a 14/02/2020); e identificação do modelo de cálculo do sequestro de carbono – modelo Invest e calculadora de Áreas de Foco Ecológico.

2. DEFINIÇÃO DE BOAS PRÁTICAS: identificação de boas práticas nas 5 explorações-tipo (FASE CONCLUÍDA, com identificação de 568 Áreas de Foco Ecológico); cruzamento de dados entre as 5 explorações-tipo (FASE A 75%, com cenarização dos impactos concluída, faltando apenas a incorporação dos resultados do modelo Invest para cruzamento de todos os dados); discussão entre agentes do setor (FASE AINDA NÃO REALIZADA).

3. AVALIAÇÃO CUSTO/ BENEFÍCIO DAS BOAS PRÁTICAS: quantificação dos custos de investimento e despesas de manutenção (FASE A 20%); quantificação dos benefícios económicos (FASE A 15%); identificação dos benefícios ambientais e sociais (FASE A 30%). No seu todo, já se definiram as unidades de reporte a utilizar e que serão utilizadas na quantificação dos benefícios económicos. O principal output será o modelo Quessa que é gerado na calculadora dos serviços dos ecossistemas.

4. COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES TIPOLOGIAS DE EXPLORAÇÕES: tipificar modelos de exploração (FASE A 80%); avaliar os serviços dos ecossistemas produzidos em cada modelo de exploração (FASE A 90%); fazer análise comparativa (FASE A 70%, encontrando-se desde já agendada reunião de parceiros e responsáveis das explorações para análise dos resultados – 20/07/2020)).

5. MEDIDAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS: Estas atividades só se podem iniciar com a conclusão das atividades previstas no ponto 3.

6. DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÃO: o Microsite do projeto está pronto e será disponibilizado na semana de 20/07/2020, após apresentação aos parceiros.

7. TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO: o colóquio final e os 2 dias de campo ainda não foram agendados. Estão previstos para o último trimestre do ano.

8. GESTÃO E COORDENAÇÃO DO PROJETO: têm-se realizado dois tipos de reuniões.

1) reuniões de parceiros, mais alargadas, onde são debatidos conceitos e, futuramente, os resultados do projeto – ou seja as questões de fundo; 

2) reuniões de acompanhamento do projeto, com a presença de um grupo mais restrito de representantes do consórcio, para coordenação e organização das atividades. A monitorização das atividades é efetuada por todos os parceiros através de uma plataforma de gestão do projeto (sharepoint).

Ficha de apresentação do projeto 

Sumário executivo do Grupo Focal de 14/02/2020