Inovação para a Agricultura

pten
Rede Rural Nacional - Página do FacebookRede Rural Nacional - Página do TwitterRede Rural Nacional - Página do InstagramRede Rural Nacional - Canal do Youtube

 

                                        Rede Rural Nacional       PDR 2020       Portugal 2020       FEADR

S1.png
S2.png
S3.png
S5.png
S6.png
S7.png
S8.png
S9.png
S10.png
S11.png
S12.png
S13.png
S14.png
S16.png
previous arrow
next arrow

 Projetos de Bioeconomia

Pesquisar projectos

BioCombus II - Desenvolvimento e produção de protótipo à escala industrial de equipamento para produção de biocombustível sólido (pellets) a partir de resíduos da indústria do azeite.

Entidade líder do projeto: ARCEN ENGENHARIA S.A.
Responsável pelo projeto: RÚBEN BARBOSA / AUGUSTO BARBOSA
Parceiros:

UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Breve descrição:

A tecnologia BioCombus é um processo inovador patenteado pela UTAD que permite fazer a valorização dos resíduos e subprodutos da extração de azeite através da produção de um biocombustível sólido de elevado poder calorífico (cerca de 20% superior aos pellets de madeira). Numa primeira fase, a Tecnologia BioCombus foi implementada com sucesso numa escala pré-industrial, que se traduziu na construção e instalação de uma linha-piloto, com capacidade de produção de pellets entre 30 a 40 kg/hora, envolvendo uma parceria entre a UTAD e a Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Murça. Para a sua implementação à escala industrial (Fase II) há a necessidade de consolidar a validação da tecnologia e desenvolver uma máquina ou equipamento com vista a uma utilização comercial. Neste âmbito e no sentido de atingir aquele objetivo, é estabelecida uma parceria entre a ARCEN e a UTAD.

Esta segunda fase basear-se-á no conhecimento obtido em ambiente operacional e na tecnologia BioCombus já implementada, mas implicará um natural redesenhar, redimensionar e projetar de todos os módulos. Desta forma, pretende obter-se uma linha integrada de produção com eficiência energética e com rendimentos de produção adequados a uma validação industrial e que enquadre esquemas de montagem, transporte e manutenção que lhe confira viabilidade técnico-económica e condições de replicabilidade.

A implementação à escala industrial desta tecnologia traduzir-se-á na resolução de um problema ambiental e constituirá uma mais-valia económica, quer para as unidades de produção de azeite quer para as unidades de tratamento e valorização dos resíduos de azeite, contribuindo para a sustentabilidade do sector na medida em que esta tecnologia, isoladamente ou em conjugação com sistemas de tratamento e valorização já existentes, pode constituir-se no contributo fundamental para alcançar uma solução global para a gestão daqueles resíduos e subprodutos.