Inovação para a Agricultura

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LTT- Lycopersicon Two Times

Entidade líder do projeto: CCTI - ASSOC. PARA A INVEST., DESENV., E INOVAÇÃO NO SETOR
Responsável pelo projeto: João Silva
Área do plano de ação: Cultura de produtos hortícolas, raízes e tubérculos
Parceiros:

BENAGRO - COOPERATIVA AGRÍCOLA DE BENAVENTE, CRL; FRUTO MAIOR, ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES HORTOFRUTICOLAS LDA; INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA; RELCAMPO, UNIPESSOAL LDA.; SOCIEDADE AGRICOLA CANEJA LDA; SOCIEDADE AGRÍCOLA ORTIGÃO COSTA, LDA; SOCIEDADE AGRO-PECUARIA DO VALE DA ADEGA S.A.; TPRO - TECHNOLOGIES, LDA.


Prioridade do FEADER: P5A) melhoria da eficiência na utilização da água pelo setor agrícola;
Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:

O custo de plantação da cultura de TI representa 10% do total de conta de cultura. O desenvolvimento de práticas que permitam explorar por uma segunda vez as plantas em campo, após a colheita mecânica tradicional, cria uma oportunidade competitiva para os produtores de tomate, aproveitando o sistema já instalado desde o início (plantas, adubação de fundo, camalhões, instalação de rega) permitindo a diluição dos custos inerentes à campanha e uma eficiência no uso da água e dos fatores de produção previamente existentes. Esta oportunidade será criada, através da regeneração da parte aérea, decapitada durante a colheita, que depende do já estabelecido e extenso sistema radicular. Com a regeneração irá haver uma segunda fase de produção, melhorando a capacidade produtiva das plantas de TI já instaladas. Serão monitorizadas as condições meteorológicas, riscos fitossanitários, disponibilização de água, desenvolvimento vegetativo e qualidade do produto final.


Objetivos visados:

A iniciativa “LTT” visa atingir três objetivos:

1 – Definir o roteiro técnico de uma 2ª colheita de TI, ao identificar as práticas culturais que permitam aumentar a produção nacional de TI através de uma 2ª colheita, promovendo uma maior eficiência económica na gestão dos sistemas de TI.

2 – Estender o fim da campanha através de soluções técnicas que permitam reforçar a existência de matéria-prima no fim de setembro, a um custo menor, e por essa via a um menor risco económico para o agricultor, quando comparado com as condições atuais.

3 - Gerar um novo produto de viveiro, de forma que as plantas que são adquiridas em viveiro permitam a realização de uma segunda colheita na mesma campanha.


Sumário do plano de ação:

Portugal regista uma produtividade média de 90 toneladas por hectare - a maior da Europa e a terceira mais elevada do mundo, sendo o segundo maior exportador europeu, atrás da Itália. De forma a melhorar a competitividade do sector, a possibilidade de obter uma segunda safra na mesma parcela durante a mesma campanha, apresenta uma oportunidade com potencial de mercado. Assim, o projeto visa o desenvolvimento de práticas culturais e tecnológicas adequadas à regeneração pós-colheita de tomate-industria (TI) de forma a obter uma segunda safra dentro do período de campanha (Julho-Setembro). O custo de plantação da cultura de TI representa 10% do total de conta de cultura. O desenvolvimento de práticas que permitam explorar por uma segunda vez as plantas em campo, após a colheita mecânica tradicional, cria uma oportunidade competitiva para os produtores de tomate, aproveitando o sistema já instalado desde o início (plantas, adubação de fundo, camalhões, instalação de rega), permitindo a diluição dos custos inerentes à campanha e uma eficiência dos fatores de produção previamente existentes. Esta oportunidade será criada, através da regeneração da parte aérea, decapitada durante a colheita, que depende do já estabelecido e extenso sistema radicular. Com a regeneração irá haver uma segunda fase de produção, melhorando a capacidade produtiva das plantas de TI já instaladas. Serão monitorizadas as condições meteorológicas, riscos fitossanitários, disponibilização de água, desenvolvimento vegetativo e qualidade do produto final. A regeneração de tomate in vivo e em condições controladas com crescimento determinado como as variedades de TI, foi demonstrado por várias equipas. Contudo, a possibilidade de o fazer em campo, foi avaliada num breve ensaio preliminar pelo CCTI durante a campanha de 2015.

Assim o projeto “LTT” apresenta três objetivos:

1 –Definir o roteiro técnico do TI em 2ª safra.

2 – Estender o fim da campanha através de soluções técnicas que permitam reforçar a existência de matéria-prima no fim de setembro, a um custo menor, e por essa via a um menor risco económico para o agricultor, quando comparado com as condições atuais.

3 – Começar a campanha mais cedo ao criar tecnicamente um “prémio”(materializado numa 2ª safra em setembro) para os agricultores que iniciem a campanha (primeiros a colher). Desta forma pode-se induzir o aumento de tempo de campanha (mais produtores com TI pronto a colher em principio de Julho), pela via da viabilidade de uma segunda safra aos produtores pioneiros.


Pontos de situação / Resultados:

Os resultados deste GO foram apresentados no âmbito do "6º Open Day Tomate-Indústria" promovido pelo CCTI - Centro de Competências para o Tomate-Indústria e que se realizou na manhã do dia 26 de novembro, na sala de conferências do Museu do Vinho, Cartaxo.