Inovação para a Agricultura

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HortInf

Entidade líder do projeto: CENTRO OPERATIVO E TECNOLÓGICO HORTOFRUTÍCOLA NACIONAL
Responsável pelo projeto: Ana Paula (ana.paula@cothn.pt)
Site do projeto: https://hortinf.webnode.pt/
Área do plano de ação: Cultura de produtos hortícolas, raízes e tubérculos
Parceiros:

AGROMAIS-ENTREPOSTO COMERCIAL AGRICOLA CRL; ANTÓNIO MARIA GRAÇO LDA; CCTI - ASSOC. PARA A INVEST., DESENV., E INOVAÇÃO NO SETOR; FED. NACIONAL DAS ORG. DE PROD. DE FRUTAS E HORTICOLAS - FNOP; INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGAÇÃO AGRÁRIA E VETERINÁRIA IP; INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM; JOÃO CARLOS FERNANDES FLAUZINO DA SILVA MOISÉS; SOCIEDADE AGRICOLA DE S JOAO DE BRITO, S.A; TORRIBA - ORGANIZACAO DE PRODUTORES DE HORTOFRUTICOLAS S.A.;


Prioridade do FEADER: P5E) promoção da conservação e do sequestro de carbono na agricultura e na silvicultura;
Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:

Nos sistemas de produção hortoindustriais tem-se verificado um aumento de prejuízos associados à flora infestante e parasita com significativo impacto negativo na produtividade e qualidade dos produtos obtidos e na rendibilidade económica destas atividades. Para atenuar este impacto, os produtores recorrem a mobilizações prévias do solo e a sachas mas, principalmente, a tratamentos com produtos fitofarmacêuticos (herbicidas) cuja aplicação intensiva tem contribuído para a redução da eficácia que está associada à ocorrência de resistências e a problemas de fitotoxicidade. Este facto torna muito difícil e por vezes impossível o combate a determinadas espécies de infestantes anuais e perenes e a plantas parasitas. As culturas hortoindustriais, onde está incluído o tomate para indústria, possuem grande importância económica, sendo que os fatores de produção, nomeadamente, os produtos fitofarmacêuticos (herbicidas) representam um valor elevado na conta de cultura dos produtores. Por outro lado, a utilização excessiva e ineficaz dos herbicidas leva, por vezes de forma irreversível, a níveis de contaminação e a desequilíbrios nos ecossistemas agrários, em termos de poluição da água, do solo e perda de biodiversidade. Assim, torna-se, cada vez mais necessário e urgente, a utilização de meios de proteção alternativos, económicos, eficazes, com menor impacto para o aplicador, ambiente, consumidor e espécies não visadas e que estejam mais de acordo com os princípios da Proteção Integrada que constituem parte integrante da legislação em vigor relativa ao uso sustentável dos pesticidas (Lei 26/2013).


Objetivos visados:

O objetivo desta parceria é desenvolver e aplicar ferramentas e tecnologias para a resolução do problema exposto, tendo em conta as particularidades dos sistemas hortoindustriais. Estas tecnologias de combate a plantas infestantes e parasitas, sem o uso exclusivo de herbicidas, integram e estratégias que direcionadas para cada grupo de infestantes em particular, permitem diminuir a incidência e importância económica dos seus efeitos em culturas hortoindustriais e contribuem para aumento da eficiência dos recursos na produção agrícola e competitividade das empresas. Um dos principais objetivos será diversificar, o mais possível, os métodos de combate, integrando estratégias sustentáveis de controlo de infestantes como a falsa sementeira, métodos físicos/mecânicos de mobilização do solo, culturas intercalares/cobertura, aplicação localizada de herbicida (agricultura de precisão). Pretende-se identificar na flora adventícia presente, as espécies com caráter infestante ou parasita e propor para cada uma das situações identificadas, as tecnologias melhoradoras e sustentáveis para o seu combate. Por outro lado, a identificação das práticas que estão na base da abundância de infestantes permitirá ajustar os itinerários técnicos atuais de acordo com as propostas resultantes do projeto. A ferramenta informática criada para a análise dos resultados do inquérito permitirá a avaliação e gestão de risco no projeto e em situações futuras. Os beneficiários ficarão assim com ferramentas que permitem a melhoria da produtividade das plantas, a melhoria da proteção contra infestantes e ainda a melhoria da eficiência no uso da água e promoção da sua qualidade através da utilização racional de pesticidas, bem como, contribuir para uma maior biodiversidade, principalmente a nível cultural. Pretende-se capacitar os agricultores para tomada de decisão mais adequada em função do(s) problema(s) identificado(s).


Sumário do plano de ação:

Nos sistemas de produção hortoindustriais tem-se verificado um aumento de prejuízos associados à flora infestante e parasita com significativo impacto negativo na produtividade e qualidade dos produtos. Estas culturas possuem grande importância económica, sendo que os produtos fitofarmacêuticos (herbicidas) representam um valor elevado na conta de cultura dos produtores. Por outro lado, a utilização excessiva e ineficaz dos herbicidas leva, por vezes de forma irreversível, a níveis de contaminação bem como desequilíbrios e prejuízos nos ecossistemas agrários, em termos de poluição da água, do solo e perda de biodiversidade. O objetivo desta parceria é aplicar e desenvolver tecnologias disponíveis e adaptá-las tendo em conta as particularidades dos sistemas hortoindustriais. Estas tecnologias de combate a plantas infestantes e parasitas, sem o uso exclusivo de herbicidas, integram diversas metodologias e estratégias que permitem diminuir a incidência e importância económica destes inimigos.


Pontos de situação / Resultados:

Em início de atividade.