Inovação para a Agricultura

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Valorização de trigo duro de qualidade superior para o fabrico de massas alimentícias

Entidade líder do projeto: INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGAÇÃO AGRÁRIA E VETERINÁRIA IP
Responsável pelo projeto: Ana Bagulho (ana.bagulho@iniav.pt)
Área do plano de ação: Cerealicultura (excepto arroz)
Parceiros:

ANPOC - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PRODUTORES DE CEREAIS; CENTRO OPERATIVO E DE TECNOLOGIA DE REGADIO; CEREALIS - PRODUTOS ALIMENTARES SA; CERSUL - AGRUPAMENTO DE PRODUTORES DE CEREAIS DO SUL S.A.; ESPIRALPIXEL LDA; FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA; INSTITUTO POLITECNICO DE BEJA; SOCIEDADE AGRICOLA DA HERDADE DE TORRE DE CURVO, LDA


Prioridade do FEADER: P2A) melhoria do desempenho económico de todas as explorações agrícolas e facilitação da restruturação e modernização das explorações agrícolas, tendo em vista nomeadamente aumentar a participação no mercado e a orientação para esse mesmo mercado, assim como a diversificação agrícola;
Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:

Este GO enquadra-se na 3ª prioridade do PDR e foi identificada como uma oportunidade no projeto do PRRN: Estudo de oportunidades de valorização da produção ((http://anpoc.pt/wp-content/uploads/2013/11/Oportunid..2.pdf). A cultura do trigo duro tem tido um declínio drástico nos últimos anos devido a vários fatores, que poderão conduzir ao abandono desta cultura, com importantes consequências sociais, económicas e ambientais. A irregularidade interanual na produção e qualidade do trigo duro na região mediterrânica, caracterizada pela instabilidade da duração, frequência e intensidade dos stresses abióticos (hídricos e térmicos) tem contribuído para esta situação. No entanto estas condições tendencialmente favorecem uma elevada qualidade do grão para fabrico de sêmolas e massas alimentícias, pelo que a função que este cereal desempenha na agricultura protuguesa deverá ser preservada. A aposta num produto de qualidade superior, que se diferencie pelas suas características e cumpra sempre as especificações da indústria, surge assim como uma necessidade. É simultaneamente uma oportunidade devido ao facto da sua cotação de mercado ser bastante mais elevada e de haver procura de trigo duro de qualidade por satisfazer na cadeia de valor, já que a produção nacional representa aproximadamente 5% das necessidades do mercado interno.

Neste GO pretende-se testar (2 ano) diferentes variedades e itinerários técnicos em regadio, que garantam ao agricultor uma diferenciação do seu produto por parte da indústria: ao nível do rendimento em sêmolas, coloração e qualidade das massas. Nos anos seguintes (2 anos) as soluções encontradas (variedades e itinerário técnico mais adequado) serão validadas nos campos dos agricultores do Alto e Baixo Alentejo e serão amplamente divulgadas para promover junto dos agricultores a aposta neste produto. Também se pretende compreender e solucionar um problema que frequentemente contribui para a desvalorização do trigo duro: o elevado teor em cinzas dos trigos nacionais.


Objetivos visados:

Objetivo global da iniciativa: "Obtenção de trigo duro diferenciado que potencie um produto final de excelente qualidade, de acordo com as necessidades da indústria".

Objetivos mais específicos que orientam o plano de ação:

1. Selecionar variedades de trigo duro de excelente qualidade, que sejam reconhecidas pela indústria: estabilidade da vitreosidade, baixo teor em cinzas, elevado teor proteico, composição proteica (tipo de gluteninas/ gliadinas) e coloração adequadas;

2. Identificar as melhores opções agronómicas visando a otimização das produções e do valor de utilização das sementes, mas potenciando, de forma sustentada, os fatores de produção, nomeadamente água e azoto;

3. Testar os fatores que contribuem para o teor elevado em cinzas nos trigos duros produzidos em Portugal (variedade, solo ou adubação);

4. Controlar as principais doenças que afetam esta espécie: septoriose da folha, ferrugens e fungos do solo;

5. Divulgar e promover junto dos agricultores a aposta nas variedades de trigo duro e no itinerário técnico mais adequados à obtenção de um produto final de excelente qualidade tecnológica;

Objetivos que se pretendem a médio prazo: regorçar a fileira produtiva (agricultores e/ou as suas associações) organizando a concentração da oferta num menor número de variedades, de modo a fornecer à indústria lotes de grão mais homogéneos e de elevada qualidade; Aumentar áreas e produções (substituição de importações por produção nacional). 


Sumário do plano de ação:

A cultura do trigo duro tem tido um declínio drástico nos últimos anos devido a vários fatores, que poderão conduzir ao abandono desta cultura, com importantes consequências sociais, económicas e ambientais. Este GO pretende interligar os membros da fileira de produção de trigo duro para o fabrico de massas alimentícias, promovendo a identificação de variedades de qualidade superior que garantam ao agricultor uma diferenciação do seu produto por parte da indústria em termos de qualidade e simultaneamente a identificação do itinerário técnico que garanta a estabilidade destas características. As soluções encontradas (variedades/itinerário técnico) serão validadas nos campos dos agricultores e serão amplamente divulgadas junto dos potenciais destinatários. Nesta abordagem, também se pretende compreender e solucionar um problema que frequentemente contribui para a desvalorização do trigo duro em Portugal: o elevado teor em cinzas dos trigos nacionais.


Pontos de situação / Resultados:

Em início de atividade.

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